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Por já ser na época o maior jogador da história da Holanda (e continua sendo) e por já ser também facilmente um top 10 da história (e continua sendo), o Cruyff tinha muita moral ali no início dos anos 80. O cara já era dono de um legado que é reservado pra muito pouca gente. O ano era 1982, chegando perto do final da carreira, jogando ali bem piano uma partida qualquer do Ajax (sua segunda e última passagem pelo time), o “Número 14″, meio sem fôlego – fumava demais -, virou para o banco de reservas e disse: “Vou sair! Coloca o Van Basten no meu lugar”. Seu pedido é uma ordem: o mestre saiu e deu lugar ao jovem Marco, de apenas 17 anos, que entrou e fez seu primeiro gol como profissional. Folclore? Sei lá! Só sei que o futebol é muito foda!